domingo, 9 de agosto de 2015

Mar aberto.

Foi coberto em um véu até o abrigo mais distante... Fitou por horas e horas o horizonte. Fez da agonia uma nova amiga. Tratou das feridas com cachaça e ria... Ria muito. Lavou a sujeira da alma com água e sal, e não teve medo. Continuou até onde os navios mais distantes navegavam... E voltou pra casa.

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